terça-feira, 6 de setembro de 2011

Será que essa vai "colar"?

Olá pessoal, começamos hoje a nossa maratona diária sobre o universo radiofônico, seja pelos assuntos do cotidiano, seja pelas empolgantes discussões que vêm aflorando em nossa sala de aula (e futura redação radiofônica).

Para iniciarmos essa nova fase do blog, trago agora um assunto polêmico e já estou ansioso para saber a posição de vocês.

O ministro da Comunicação, Paulo Bernardo tem a ideia de que políticos não devam ser donos de emissoras de rádio. Um dos motivos é a manipulação da informação principalmente em época de eleição.

Confira abaixo um texto sobre o assunto publica no site Tudo Rádio.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, defendeu nesta quarta-feira a aprovação do projeto de lei do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) que proíbe que políticos sejam proprietários de meios de radiodifusão ( rádio e TV). Para ele, isso causa um "desequilíbrio democrático", além de ter a promoção do próprio político.

De acordo com o ministro, se em uma cidade tiver uma única rádio e ela pertencer a um político, acaba tendo uma interferência no processo eleitoral. Ele defendeu que isso deveria ser proibido, pois permitiria separar o sistema eleitoral de uma área empresarial que influencia a opinião pública. A declaração foi dada durante a audiência pública nesta quarta-feira na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado.

O presidente da Comissão, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), disse que o projeto está pautado para a próxima reunião. Para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), ao "misturar as duas coisas fica uma democracia capenga", onde um político pode usar meios de comunicação para bater em seus adversários e para se promover. Ele lembrou ainda que os meios de radiodifusão são concessões pública e por isso não devem ser usados desta maneira.

Agora é com vocês nobres jornalistas. O que acham dessa ideia do ministro Paulo Bernardo? A lei pode pegar pra valer, ou ela é apenas para inglês ver?